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Modo teste

A Ligga emite chaves em dois modos, distinguidos pelo prefixo:

ligga_live_… produção
ligga_test_… modo teste

O modo é decidido pela chave, não pelo endereço: os dois prefixos falam com a mesma URL base e com o mesmo contrato de API.

  • Separar credenciais. A chave usada em desenvolvimento e homologação não é a mesma da produção. Revogar uma não afeta a outra, e um vazamento se resolve derrubando apenas a chave atingida.
  • Identificar a origem do tráfego. No monitoramento e nos registros da Ligga, as requisições feitas com chave de teste aparecem marcadas separadamente das de produção.
  • Faça leituras à vontade. Um GET não altera dado nenhum.
  • Crie registros de ensaio com um marcador reconhecível, por exemplo [TESTE] no nome, e desative-os depois.
  • Envie toda escrita com uma chave de idempotência. Assim você repete a mesma chamada durante o desenvolvimento sem duplicar registros.
  • Se puder, faça os ensaios em uma conta separada da que a sua empresa usa no dia a dia.

O plano em validação dá a cada conta um espaço de dados próprio e sintético, com registros de exemplo já criados. As chaves ligga_test_ passariam a enxergar apenas esse espaço, e as ligga_live_ continuariam vendo somente os dados reais. A URL base e o contrato da API não mudam: o modo continua sendo decidido pelo prefixo da chave.

Quando esse comportamento entrar em vigor, o aviso sai antes no changelog. A mudança não quebra integrações que já tratam as chaves de teste como algo a não usar em produção.

Ligga (hoje)Ligga (planejado)StripeAsaas
URL basemesmamesmamesmaseparada (api-sandbox.asaas.com)
Modo decidido porprefixo da chaveprefixo da chaveprefixo da chaveconta separada
Dados isoladosNãoSimSimSim